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POLÍTICA INDUSTRIAL: UMA DAS MOLAS PROPULSORAS DA ECONOMIA BRASILEIRA

A economia de qualquer país tem como mola propulsora a industrialização. A indústria é um nicho importantíssimo para o equilíbrio da economia e também para o aumento do Produto Interno Bruto-PIB. Esses conjuntos de empresas, geralmente instaladas em grandes parques industriais transformam as respectivas matérias primas em produtos comercializáveis para públicos consumidores assertivos.

Os consumidores integrados aos nichos sociais variados aquecem a economia quando existe a demanda necessária. Para tanto, os parques industriais devem estar totalmente em consonância com as indústrias. A tecnologia tem que estar à disposição e a integração entre as empresas que compõem essas áreas também se obrigam com a interconexão entre as suas atividades e uma boa estrutura pavimentada caracterizando um bom fluxo no envio dessas mercadorias via rodovias e malha ferroviária.

Essas ligações acopladas com a tecnologia ajudam no desenvolvimento dos parques industriais facilitando as supostas parcerias entre as empresas fixadas nos parques industriais, organizando os fluxos de matérias primas, bem como as suas transformações em produtos comercializáveis para melhor direcionamento e distribuição aos consumidores assertivos.

Embora o Brasil seja um país bastante integrado ao comércio internacional no que tange aos produtos e serviços oriundos das indústrias nacionais, facilitando a importação e exportação, o ramo anda defasado, seja em termos tecnológicos, seja em termos físico-estruturais. Desde a década de 1930, – a era Pós-primeira guerra mundial, que o Brasil teve uma enorme ascensão – que o país não mantém o mesmo nível de pujança. Para tanto, o atual governo brasileiro aposta uma de suas fichas em uma nova industrialização no Brasil com o intuito de fortalecer o ramo e suas atividades.

Nesse diapasão, a nova política industrial trará uma série de benefícios à indústria brasileira que vai desde o oferecimento de crédito, investimento público e incentivo locais até subsídios para encorpar o setor e torná-lo forte rumo ao aquecimento da economia do país gerando contratações de mão – de – obra braçal e técnica, gerando renda para o mercado local auxiliando no equilíbrio e desenvolvimento estrutural das áreas rurais, urbanas e industriais.

Portanto, o país poderá entrar em uma nova era econômica e financeira, pois, o aquecimento será proporcionado pelo investimento estatal e também pelo consumo das mercadorias fabricadas nos locais onde as áreas industriais se encontram. Isto trará o restabelecimento dos moradores/consumidores com a sua mão – de – obra local, onde as empresas poderão comprar produtos manufaturados gerando emprego e renda.

Agradecemos sempre ao setor agropecuário que é a locomotiva do PIB brasileiro anualmente, mas, necessitamos aquecer outros setores para um melhor equilíbrio na arrecadação de receita, geração de emprego e renda para uma enorme fatia de desempregados no país que estão à espera de uma chance de voltar ou serem inseridos pela primeira vez no mercado de trabalho.

Nessa linha de raciocínio o plano de uma nova política industrial foi lançado e, em benefício do país temos que torcer para dar certo, pois, caso isto aconteça todos nós ganharemos, haja vista, fecha-se um ciclo, ou seja, com o fortalecimento das indústrias haverá novas contratações de mão – de – obra, diminuindo o desemprego, as economias locais serão aquecidas com a utilização dos quadros desses lugares também gerando renda e investimentos estruturais, as importações e exportações aumentarão consideravelmente pela fabricação proporcional a nova demanda e por fim, tendo como conseqüência positiva o aumento do PIB brasileiro e a concorrência leal com as grandes marcas globais instaladas no Brasil.

Dr. Edney Firmino Abrantes é Advogado, Cientista Político, Professor e Pesquisador. É Especialista, Mestre e Doutor. É autor do livro “Construção e desconstrução imagética dos políticos nas campanhas eleitorais”, dentre outros. É autor de inúmeros artigos científicos e de opinião em sites e revistas especializadas sejam físicas e ou digitais. É colunista do site Fatos Políticos.

Contato: [email protected]

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